Skip

Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

Para comemorar o mês do Livro – o Dia Internacional do Livro Infantil a 2 de abril, e o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor a 23 de abril – a Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada apresenta um programa diversificado de atividades de promoção do livro e da leitura, dirigido a diferentes públicos e a diversas faixas etárias.

As iniciativas decorrem de 20 a 23 de abril, mediante inscrição – socioeducativo.bparpd@azores.gov.pt -, e são da autoria da mediadora de leitura e contadora de histórias Cristina Taquelim.

Para os grupos dos 3 aos 6 anos, do 1º ciclo e para as famílias, decorrerão sessões das “Histórias que cabem num ouvido”. A atividade “A mulher que lia” terá sessões dirigidas aos grupos dos 2º e 3º ciclos e secundário, e também para o público sénior. O público adulto poderá disfrutar de um serão, diferente, com os contos “Histórias que não lembram ao diabo”.

Os agentes educativos, mediadores culturais e outros mediadores terão uma oportunidade formativa com a oficina de mediação da leitura “Contar de livros na mão – textos e contextos”.

Nota Biográfica

Cristina Taquelim (Lagos, 1964) – É mediadora de leitura e contadora de histórias. Licenciada em Psicologia Educacional e Pós-Graduada em Ciências Documentais, trabalha em processos de mediação cultural envolvendo literatura, narração oral, património oral, colocando-os ao serviço do desenho de projetos e ações de dinamização comunitária. Acredita que ler e contar são formas de desenhar janelas para a diversidade das linguagens do mundo. Também as do mundo interior. Gosta de imaginar bibliotecas sempre cheias, crianças felizes, velhos serenos e desenhar lugares onde em torno das palavras se celebrem os dias e as horas: jardins, praças, largos. Dos contos, sabe que os escuta cada vez melhor, eles ajudam-na a nomear o inominável. Gosta de escrever cartas e tem o vício da metáfora. Por ter a cabeça cheia de perguntas e viver quase sempre deslumbrada com a vida, recusa-se a viver sem estar espantada por existir.

Programação

HISTÓRIAS QUE CABEM NUM OUVIDO (60 min.)

“São tão pequenas estas histórias, tão mínimas, que às vezes fica divertido, escutar, repetir e contar para que fiquem no ouvido”

Sessão que tem como objetivo o potenciar da oralidade convidando à escuta e repetição de textos do cancioneiro infantil e da autora.

Experimentar: ritmos de textos, rimas. Potenciar a consciência fonológica. Brincar com o corpo e com a língua.

20 abril | 10h00 e 13h30 | 3 aos 6 anos |por inscrição | 1 turma por sessão

21 abril | 10h00 e 13h30 | 1º ciclo |por inscrição | 1 turma por sessão

23 abril | 16h00 |Pais e filhos |por inscrição até 21 abril (máx. 30 participantes)

 

A MULHER QUE LIA (60 min.)

“… e quem de noite passasse à janela via, pela cortina cerrada, uma luz acesa e o vulto iluminado da mulher que lia.”

Sessão de narração e de leitura em voz alta construída em torno de textos do imaterial, micro – conto/ crónica e poesia.

22 abril | 10h00 e 14h00 | 2º e 3º ciclos e Secundário |por inscrição | 1 turma por sessão

22 abril | 15h30 | Sénior |por inscrição (máx. 50 participantes)

 

HISTÓRIAS QUE NÃO LEMBRAM AO DIABO – serão de contos (90 min.)

“Há histórias assim…
Histórias que desarrumam o peito e desassossegam as emoções,
Histórias inquietas que nos deixam de sobreaviso para o que a vida nos oferece sem avisar.
Há histórias que tinham tudo para dar certo. Outras nem por isso.
Há histórias que mal começam e já sabemos onde vão terminar.
Há histórias douradoras e outras tão breves que acabam mesmo antes de começar.”

23 abril | 21H00 | Adultos | Entrada Livre

 

CONTAR DE LIVROS NA MÃOTextos e contextos – Conversas sobre mediação da leitura

“Contar de livros na mão, contar de livros à mão – hesitei no título a escolher. Mas sei que gostava de falar-vos deste contaroler, uma palavra inventada, mas que explica o que proponho para estas horas de conversa. Partindo da manipulação de livros e textos, pretende-se falar sobre as questões associadas ao desenvolvimento leitor e refletir sobre a forma como o mediador de leitura pode apoiar esse processo. Contextos?

Pretende-se pensar sobre o lugar da palavra, da oralidade e da literatura na formação do leitor, do sujeito que acede ao mundo, aos significados do mundo pela relação com a palavra. Que livros? Que textos? Que leitores?”

20 e 21 abril | 18h30 às 21h30 | Agentes educativos, mediadores culturais e outros mediadores |por inscrição até 18 abril (máx. 25 participantes)

 

As medidas COVID-19 em vigor serão asseguradas em todas as iniciativas.